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Nome/Razão Social:    Uberaba Popular
Denominação (Nome Fantasia):  Uberaba Popular
Ramo de Atividade:  Assessor autônomo
E-mail:  jornalismo@uberabapopular.com.br
Endereço Operacional:  Rua Niterói nº 113
Complemento:  sala 2
Bairro:  Santa Marta
CEP:  38061360   Cidade: Uberaba   UF: Minas Gerais
Telefone:  (34) 33124345    Celular: (34) 999098990
Nome Contato:  Janaína Sudário   Departamento: Jornalismo
Home Page:  http://www.uberabapopular.com.br
 

  Tem um novo jornal em Uberaba. Mas, calma, esse não é um texto daqueles que diz que o novo tabloide vem para “revolu­cionar” o jornalismo da cidade. Porém, uma coisa é certa: o Ube­raba Popular não chega para ser apenas mais um. Alguma coisa diferente na imprensa local nós nos propomos a fazer. O que leva uma pessoa, uma equipe, a lançar um projeto do tipo? A resposta pode parecer romântica demais: idealismo. Apresentamos um jornal impres­so em plena era digital. Os sites de notícias trazem, a todo ins­tante, tanto notas rápidas como grandes reportagens. Os mais va­riados tipos de conteúdo multi­plicam-se na internet e notícias estão disponíveis 24 horas por dia no computador, tablet ou no prático celular. E não precisa ser o site de um grande grupo de co­municação. Com os blogs e as re­des sociais, surgem na sua “linha do tempo” não só vídeos de ga­tinhos engraçados, mas também “textões” sobre os mais diversos assuntos. Qualquer pessoa pode achar que é um “especialista” e criar uma página ou, que seja, uma postagem no “Face”, e sair “dando notícia”. O pior: mui­ta gente dá fé e compartilha o conteúdo, muitas vezes nem tão confiável. Além da edição impres­sa, o Uberaba Popular, claro, terá suas plataformas digitais. Não so­mente para nosso conteúdo ter um alcance maior. Não queremos impor nosso espaço “por querer”, poluindo a rede. Queremos apre­sentar um trabalho que faça o leitor / internauta se interessar. A ética, a imparcialidade e a serie­dade na apuração dos fatos serão o leme de nossas matérias. Em meio ao cená­rio apresentado, onde muitos “escrevedores” da internet se acham jornalistas, temos profis­sionais capacitados, que estu­daram para escrever, para saber a responsabilidade que têm ao assinar uma matéria. E não é só na internet que temos “qualquer um” escrevendo artigos. Em várias revistas e jornais impressos por aí, o espaço é aberto para “convida­dos” que não são, exatamente, os melhores para tratar de determi­nado assunto. Mas é preciso pre­encher o espaço, afinal! Pois é justamente isso que não queremos. Falando no jornalismo impresso, se ele está sumindo, se a internet está tirando o espaço do papel, porque vemos novos jornais e revistas surgindo por aí? Temos mais de uma resposta, e uma de­las é que jornais e revistas são pro­dutos e podem dar lucro ao dono. Lance um novo jornal, coloque matérias “copiadas” da internet ou releases, matérias prontinhas que não dão trabalho, coloque também cruzadinhas, piadinhas, receitas, e muitos anúncios, mes­mo que a qualidade não seja lá grande coisa. Nada contra as cru­zadinhas! Mas esse tipo de traba­lho é uma “ofensa” aos profissio­nais, aos jornalistas de verdade. Veja bem: a pessoa não terá mui­tos custos para pagar um repór­ter, já que as matérias são todas “cópias”. Nem sempre é preciso pagar um bom profissional de diagramação e imagens, afinal, é só “escanear” o cartão de visita da loja do cliente e, pronto, o anúncio está feito! Quanto mais baixos os custos, por menos você pode vender um anúncio, que é o que paga a impressão. Temos aí a “prostituição” do jornalismo. Tem ainda a “vaidade” de certos personagens. Bole uma revista e, para pagar, chame o empresário que vai colocar um anúncio de página inteira, mas desde que ele tenha uma maté­ria para “contar sua história”. Uma coisa casada a outra. Temos também os “aco­modados”, e aí entram veículos tradicionais, já consolidados. É aquela “mesmice” nas notícias. Matérias prontas, “requentadas”, sem questionar os “poderosos”. Cenário desanimador para jorna­listas de verdade. O pior é que muitos lei­tores “engolem qualquer coisa” e, sem questionar, passam o conteúdo pra frente. O Jornalismo precisa ter responsabilidade na informação. Bom, falamos um pouco da realidade do Jornalismo em nossa cidade. Felizmente, há ex­ceções. E queremos ser uma des­sas. Queremos ser diferentes do que temos por aí. Não chegamos para “bater de frente”, nem para ter a preten­são de ser concorrente de tradicio­nais veículos da terrinha. Começa­mos devagarinho e sabemos que em algum momento vamos errar – mas nunca por omissão! Lembra o que nos moti­va? Idealismo. Meloso demais né? Pra que fazer um trabalho sério, se o público aceita “qualquer coisa”? Porque acreditamos em “valores”. Hoje em dia a “bagun­ça” nos relacionamentos é nor­mal, mas mesmo assim ainda há pessoas que acreditam no amor e encaram um “arcaico” casamen­to. Passar de “olhos fechados” pelos necessitados é comum, mas ainda há “malucos” que fa­zem caridade. Meloso também né? Felizmente, ainda há pessoas que não apenas “se deixam le­var” e vão para onde a maré for, mas continuam fazendo algo di­ferente. Isso é idealismo. Faça o Uberaba Popular conosco! Critique, cobre, não aceite “qualquer coisa”!




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