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05/05/2016 - 15:42 - Ricardo Machado Comunicação
Transdisciplinaridade e Olimpíadas ditam o ritmo do jogo no Miraflores
Transdisciplinaridade e Olimpíadas ditam o ritmo do jogo no Miraflores - RICARDO MACHADO COMUNICAÇÃO

Antenados com a filosofia de levar o mundo pra dentro da sala de aula e tornar o processo de ensino-aprendizagem mais instigante, os professores do Centro Educacional Miraflores aproveitam as Olimpíadas para estimular os alunos do Ensino Fundamental  ...

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Antenados com a filosofia de levar o mundo pra dentro da sala de aula e tornar o processo de ensino-aprendizagem mais instigante, os professores do Centro Educacional Miraflores aproveitam as Olimpíadas para estimular os alunos do Ensino Fundamental 1 (de 6 a 11 anos) a refletirem sobre a diversidade cultural, geográfica e política entre países e seus povos.

Da literatura vem a reinvenção de esportes olímpicos de uma forma divertida, capaz de fazer com que meninos e meninas olhem entusiasmados para algo que não sejam os games digitais. Nessa maratona de estímulos entram ainda modalidades como matemática, história, ciências e até inglês, já que a escola é bilíngue.

“As crianças acompanham a mobilização da cidade e o tema pode ser abordado por todas as disciplinas, de forma integrada, conjunta, para tornar a aplicação do conteúdo curricular mais instigante, mais interessante”, explica Eliana Garcia, coordenadora pedagógica da unidade Laranjeiras.

TRANSDISCIPLINARIDADE
Educação física, geografia, matemática... Tudo junto, integrado e muito bem apreendido

Que tal participar de um campeonato de basquete de meia, de vôlei de peteca, ou, quem sabe, de uma disputa de levantamento de mão ou de lançamento de boneca? Essas são algumas das propostas da personagem que dá título ao livro “Clara e a Olimpíada de 2016”, de Ilan Brenman, e que ajudam os alunos do Miraflores a embarcarem na viagem pelo saber e na aventura da criatividade. No livro, Clara usa suas invenções esportivas para apresentar as regras dos jogos que são disputados nas Olimpíadas. Na vida real, os alunos ganham uma nova motivação para a prática do exercício físico e novos conhecimentos sobre as atividades realizadas.

Da geografia vêm descobertas como os diversos tipos de moeda, as variações climáticas e as diferenças entre os hemisférios, as características de cada população e muito mais. Em história, além de explorarem o passado dos países, os alunos mergulham nos mares gregos dos primeiros Jogos Olímpicos e descobrem a diferença entre as modalidades disputadas naquela época e as de hoje em dia, e, claro, o porquê de cada coisa.

E já que cabeça foi feita para pensar e bola pra rolar, que tal se valer da paixão nacional pela ‘redondinha’ e estimular uma pesquisa sobre as diversas bolas que serão usadas durante os Jogos Olímpicos? O tema “Cabeça ≠ Bola” integra as atividades das aulas de filosofia, que têm como objetivo promover a reflexão sobre diversidade, criatividade, multiculturalismo entre outros tópicos.

A partir do estímulo inicial, os alunos se interessaram por pesquisar a origem das bolas, em qual país surgiram e o idioma oficial. “Também pesquisaram os países de língua portuguesa e criaram um quebra-cabeça com imagens das bandeiras”, conta Jane Serrato, coordenadora pedagógica da unidade Barra da Tijuca.

Indo muito além dos estados sólido e gasoso, as aulas de ciências entram em campo para abrir uma roda de conversa sobre o impacto positivo de práticas esportivas na saúde, tendo os atletas como exemplo. A matemática também entra no jogo com os gráficos de desempenho dos esportistas, as diferentes contagens de pontos em cada modalidade, as figuras geométricas que formam os campos e quadras, entre outros tópicos. Por ser um colégio bilíngue, essas atividades são amarradas com a produção textual também em inglês.

EXEMPLOS DE SUPERAÇÃO COMO ESTÍMULO A CONQUISTAS E AO RESPEITO

No circuito do Miraflores os Jogos Paralímpicos também ganham espaço. “Nós usamos a história de atletas com algum tipo de comprometimento físico para mostrar às crianças exemplos práticos de persistência e superação”, conta Eliana Garcia. Jane Serrato acrescenta: “Nossa intenção é mostrar o atleta paralímpico não como alguém que tem uma dificuldade, mas como quem aprendeu a vencer as limitações”.

E essa colcha de conceitos que alinhavam conhecimentos e oferecem múltiplas possibilidades de aprendizagem, leva a imaginação para além dos super-heróis dos games e ajuda a ver que, na vida real, os superpoderes não vêm de roupas que fazem voar, mas do entendimento sobre possibilidades, coisas, fatos... E, de quebra, estimulam outro superpoder indispensável tanto na prática esportiva quanto no dia a dia: o respeito ao próximo.

VISITA À ARENA OLÍMPICA

Se o mundo invade a sala de aula, por que não transformar a rua em um celeiro de aprendizados? O Miraflores acredita no grande potencial de experiências extramuros da escola e uma de suas iniciativas levou os alunos da unidade Barra da Tijuca para visitar ao Museu da CBF. Já as turmas do 1º e 2º anos visitaram o Parque Olímpico de Deodoro. O local será campo de provas para 11 esportes radicais e sete esportes paralímpicos.

Data de inclusão: 05/05/2016
Fone: (21) 3852-5185
Contato: Ricardo Machado
Empresa: Ricardo Machado Comunicação
Entrar em contato: Entrar em contato
Grupo editorial: [Educação-Cursos][Esportes]
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