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08/02/2017 - 15:50 - Ricardo Machado Comunicação
Chegou a hora de levar o filho para a escola. E agora?
Chegou a hora de levar o filho para a escola. E agora? - RICARDO MACHADO COMUNICAÇÃO

O Centro Educacional Miraflores preparou um guia de orientação para facilitar a vida dos pais e auxiliar na adaptação. ...

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Como será a adaptação dos filhos pequenos no colégio? E quando o ingresso se dá quando eles ainda são bebês? O que fazer para que esta passagem seja tranquila? Para responder estas e outras questões, o Centro Educacional Miraflores preparou um guia de orientação para os \'pais de primeira viagem\'. Confira as dicas para quem vai colocar as crianças na creche/maternal ou está mudando de escola, e fique tranquilo!

A participação dos pais

Uma boa adaptação conta com a participação dos pais e começa em casa, com a introdução de limites, de uma rotina saudável e, principalmente, de exemplos. “A criança é um espelho dos pais. Se eles têm confiança na escola, ela provavelmente se sentirá mais segura para enfrentar o novo desafio”, explica a psicóloga Bianca Vasconcellos, do Miraflores Laranjeiras.

“Os pais também devem se informar sobre todos os processos desta etapa e acreditar no método de educação escolhido”, acrescenta a psicóloga Márcia Figueiredo, do Miraflores Barra da Tijuca. “Assim, a criança sentirá confiança no momento de se separar, na mesma proporção que os pais acreditarem na equipe e na filosofia da escola”.

Foi o que ocorreu com a adaptação de Pedro, filho da dentista e professora do curso de Odontologia da UERJ, Luciana Miragaya. \"Quando tive acesso às dicas da coordenação para facilitar esse processo, percebi logo que eram parecidas com as que eu já acreditava e colocava em prática, lá em casa. Isso me tranquilizou. Basta lidar com naturalidade e segurança que as crianças fazem o mesmo”, afirma.

A importância de se construir uma rotina diária

As crianças precisam de horário para comer, tomar banho e dormir. É por meio da rotina diária que se organiza a estrutura psíquica e física e esse cuidado deve começar em casa.

\"Viver a rotina ajuda a criança a se organizar no tempo e no espaço para agir de forma cada vez mais independente. Com a repetição de procedimentos e rituais, ela desenvolverá a autorregulação do seu corpo em relação a desejos, angustias e expectativas\", explica a coordenadora pedagógica do Miraflores, Jane Serrato.

Introduzindo os limites

Talvez a criança não entenda todo o contexto, mas é preciso que seja apresentada à noção do que é permitido e do que não é. Cada etapa é uma conquista, consequência dos exemplos vivenciados, do respeito às rotinas, dos estímulos recebidos dos adultos ─ principalmente dos pais e educadores na escola.

Os limites devem ser introduzidos na dosagem adequada à maturidade da criança ─ o suficiente para que se inicie a estruturação do caráter e da personalidade, como foco no desenvolvimento de um ser humano saudável, sociável e feliz.

Outro alerta da coordenadora pedagógica é que “por mais que incomodem os comportamentos que possam adotar quando contrariadas e as tentativas que fazem para levar os pais a desistir do propósito de implantar o limite, eles devem estabelecer uma relação de amor que permita dizer não no momento certo, com confiança e carinho”. Esta atitude ajudará no amadurecimento. “Ao descobrir que o ‘não’ também faz parte da vida, a criança aprenderá a agir e a se controlar diante dos momentos de frustração”, completa Jane Serrato.

Lidando com o choro na hora da separação

Os pais também devem cuidar para que o choro, muito comum nos momentos de separação, quando a criança é deixada na escola, não os desestruture. Como já foi explicado, a segurança transmitida por eles será a chave para que a criança acredite, confie e se tranquilize diante dos novos desafios.

“Os choros e as angústias causados pela separação são comuns, fazem parte do desenvolvimento e os responsáveis precisam lidar com essa situação de forma calma e tranquila”, explica a psicóloga Bianca Vasconcellos. Nessa hora, é fundamental não se desesperar e entender que separação dos pais muitas vezes é difícil para os filhos, especialmente para os mais novos, mas que todos ficarão bem.

“A separação deve ser mais difícil quando se percebe que a criança está sofrendo, o que não é o meu caso”, conta a dentista Luciana Miragaya. Ela destaca a parceria com a escola e que a adaptação de seu filho está indo muito bem. “O Pedro é sociável e tanto eu quanto ele estamos muito tranquilos. Esse é o primeiro processo de emancipação dele”.

Um pouco a cada dia

Uma estratégia que funciona é o aumento gradativo do tempo de permanência na escola, de acordo com as orientações da equipe técnico-pedagógica. Agindo assim, o bem-estar dos alunos é priorizado, fazendo com que a adaptação ocorra de forma tranquila e segura.

Confira um resumo das dicas para garantir o melhor processo de a adaptação:

- A adaptação começa em casa. Converse com a criança e a prepare para a transição.
- Conheça profundamente a escola/creche que escolheu (funcionamento, processo de adaptação, profissionais, instalações) e confie em sua escolha.
- Transmita à criança essa segurança e confiança.
- Desenvolva com ela uma rotina diária.
- Acrescente limites à educação. É importante para a criança saber o que pode e o que não pode fazer.
- O tempo na escola pode ir aumentando gradativamente.
- Lembre-se: o choro no momento da separação é normal. Não se desespere!
Data de inclusão: 08/02/2017
Fone: (21) 3852-5185
Contato: Ricardo Machado
Empresa: Ricardo Machado Comunicação
Entrar em contato: Entrar em contato
Grupo editorial: [Comportamento][Educação-Cursos][Infantil]
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