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12/09/2017 - 10:14 - #Mac Comunicação e Marketing
Turismo não pode ter preconceito
Turismo não pode ter preconceito - #MAC COMUNICAÇÃO E MARKETING

Folheto da Riotur elimina as favelas do mapa do Rio

O Rio de Janeiro não tem favelas. Ou, pelo menos, é o que parece nos mapas oficiais da Riotur distribuídos a turistas. Em publicação do jornal carioca O Globo, a contradição entre o materia ...

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Folheto da Riotur elimina as favelas do mapa do Rio

O Rio de Janeiro não tem favelas. Ou, pelo menos, é o que parece nos mapas oficiais da Riotur distribuídos a turistas. Em publicação do jornal carioca O Globo, a contradição entre o material impresso e a realidade é tanta que quem passeia com o mapa na mão não vai entender nada.

Nos folhetos, no lugar de favelas como a do morro Dona Marta, só se vê florestas ou espaços vazios. A gigante favela da Rocinha foi praticamente apagada: na localização da comunidade, aparece apenas o nome do bairro e poucas ruas, perdidas em meio a duas áreas verdes. Sequer com nomes citados no gráfico, o Chapéu Mangueira e a Babilônia se resumem a trechos de mata contornando a orla do Leme.

Com essa representação da geografia carioca, os mapas deixam de fora cerca de 1,4 milhão de moradores do Rio, de acordo com o censo de 2010 do IBGE. Mas, na hora de vender os roteiros pela cidade, essa população não é esquecida. Na revista oficial da mesma Riotur, as favelas aparecem na sessão “Tours Especiais”, espécie de classificados de empresas que fazem circuitos turísticos pelas comunidades.

\'É um retrocesso\'

“Esconder” comunidades não é um fenômeno novo. Nos mapas anteriores da Riotur, as favelas também foram camufladas. Até mesmo em 2014 e 2016, na Copa do Mundo e na Olimpíada, não havia menções aos morros cariocas nos folders entregues a visitantes.

Em 1992, quando o Rio sediou a conferência mundial da ONU sobre meio ambiente e desenvolvimento, havia um posicionamento para que nenhuma favela fosse representada nos mapas oficiais. Manter essa mesma política é um retrocesso de mais de 25 anos. Mas isso, porém, não é novidade na Europa, quando diversos ditadores davam ordem para camuflar as “coisas feias e a pobreza”. Assim aconteceu na Espanha de Franco, na Itália de Mussolini e na Portugal de Salazar, em todo o período ditatorial imposto ao povo.

Os mapas atuais foram produzidos pela própria Riotur, por meio de um levantamento aéreo. O primeiro guia do tipo saiu há dez anos e de tempos em tempos, as cartas são atualizadas com novas informações da cidade, com base também em informações do Instituto Pereira Passos (IPP). Porém, diferentemente da empresa municipal de turismo, o IPP dá a localização das favelas em seus mapas.

Procurada pelo O Globo, a Riotur afirmou, num primeiro momento, que, por ser uma publicação para os visitantes, seu mapa precisa focar “apenas os pontos turísticos”. Por isso, não haveria espaço para citar os morros.
Data de inclusão: 12/09/2017
Fone: (11) 5521-3483
Contato: Raul Machado
Empresa: #Mac Comunicação e Marketing
Entrar em contato: Entrar em contato
Grupo editorial: [Cidades][Social ][Turismo ]
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