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01/11/2017 - 07:08 - #Mac Comunicação e Marketing
Trade turístico mostra preocupação e pede avanços no setor
Trade turístico mostra preocupação e pede avanços no setor - #MAC COMUNICAÇÃO E MARKETING

O título desta matéria é uma balela. Estão se tornando comuns pronunciamentos de representantes do governo falando da importância do turismo para a recuperação da economia nacional e que é necessária a “potencialização” do segmento no Brasil. Quando  ...

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O título desta matéria é uma balela. Estão se tornando comuns pronunciamentos de representantes do governo falando da importância do turismo para a recuperação da economia nacional e que é necessária a “potencialização” do segmento no Brasil. Quando isso acontecer o resultado seria geração de empregos e crescimento da economia. Alguns culpam a fragilidade da segurança pública no País como a vilã que afasta os turistas.

Ora, esse tema é um “blá blá blá” sem fim, com retóricas expositivas que não levam a nada. Ninguém é capaz de apontar soluções para os inúmeros problemas que o turismo sério enfrenta no País. A fase de chamar a atenção, provocar atitudes agressivas em defesa do turismo, já foi superada. Precisamos, agora, de projetos com soluções para os imensos problemas de implantação de metas para o turismo.

Quase todas as autoridades batem na tecla de que é preciso passar dos 6,5 milhões de visitantes, do ano passado, para 12 milhões, em 2022 aliado a um projeto de gerar 6 milhões de novos empregos. E que a receita deixada pelos turistas estrangeiros poderá saltar de 6 bilhões de dólares, em 2016, para 19 bilhões de dólares, em 2022. Mas, como dar esse salto? Qual seria a mágica?

Cartas na mesa

Somos o país que tem a maior carga tributária do mundo no turismo. Assim, não dá para competir com outros destinos turísticos do mercado. Além disso, as estatísticas não são confiáveis.

No Brasil, as profissões de turismólogo e de guia de turismo são “regulamentadas meia boca”, pois a Lei 12.591 que regula a profissão foi sancionada pela Dilma Rousseff com veto a três artigos que previam exigências para o exercício da profissão como diploma de nível superior e registro em órgão competente. Isto é, no momento, qualquer pessoa pode exercer a profissão já que não é necessário estudar e nem há órgão competente para se alistar.

Essa situação é um risco para o turista. Pois, um guia ou turismólogo estuda história, geografia, línguas, patrimônios históricos e da natureza, obras de arte, patrimônio imaterial, aprende a organizar roteiros etc. Todavia nenhuma autoridade do turismo pensa em apresentar projeto para que a Lei seja modificada e dê mais proteção ao turista. O perigo se revelou de forma dramática no caso da senhora espanhola assassinada no Rio quando fazia um passeio por uma favela, um roteiro claramente inoportuno, dentro de uma guerra entre quadrilhas, mas que a agência contratada para o tour ignorou. Falta de conhecimento.

Conhecimento é tudo

Não podemos nos esquecer que o turismo esta inserido na chamada Economia do Conhecimento. O início do século XXI é um momento histórico que mostra a importância do capital humano. Muitos segmentos sofrem com a substituição do trabalhador por máquinas. No turismo isso nunca ocorrerá. O negócio turismo exige conhecimento e recuperação do sistema educacional do país. O Brasil precisa, com urgência, de duas novas âncoras: Uma revolução pela Educação e uma revolução na Educação. Todavia, a preocupação de uma minoria ainda é formar “quadrilhas” que rendem mais do que estudar.

Nossa infra-estrutura é precária. Deficiências generalizadas no transporte público, em muitas rodovias, em rodoviárias mal cuidadas. Os locais que reúnem turistas precisam ser limpos, bem pintados, com sanitários adequados, segurança, facilidade de acesso para deficientes físicos e idosos, folhetos promocionais bilíngues, mapas, recursos médicos, referências históricas etc.

Essas são algumas das exigências mínimas do cidadão que deixa a sua casa e viaja para conhecer outras terras. E, essas providências, não devem ser unicamente da competência das prefeituras, mas também, da iniciativa privada porque os benefícios de campanhas para atrair turistas reverterão em benefício de toda a comunidade.

Outro problema é a instabilidade política no turismo. De 2014 para cá, já passaram quase 10 ministros pela pasta do turismo. Um deles esta preso, por corrupção. Como é possível ter continuidade no planejamento do turismo quando ele não é prioridade e dispõe de um dos menores orçamentos para investir.

Todavia, o Brasil é um país abençoado em relação ao turismo. Apesar dos bandidos soltos, não temos terrorismo. Não há terremotos, vulcões, tufões etc.

O País conta com a influência positiva de povos de diversos países como portugueses, italianos, africanos, alemães, japoneses, espanhóis, árabes etc. que contribuíram para a formação da nossa cultura e que aqui implantaram algumas tradições importantes.

Enfim, enquanto o governo continuar promovendo o espírito de “Sol e Praia” o resto do Brasil fica no “limbo”. Folhetos de promoção destinam mais da metade das suas páginas ao Rio de Janeiro e suas belezas. Não há dúvidas disso. Mas o Rio, no momento, precisa de um tempo, pois o povo esta sangrando e turistas são mortos com muita frequência. A cidade vai continuar sendo maravilhosa.

Outras regiões privilegiadas na divulgação oficial são Foz do Iguaçu e às vezes o Pantanal e a Amazônia. Mas, nada do interior – Pirenópolis (Goiás), Sete Povos das Missões (RS), as cidades históricas da região de Ouro Preto e Itu com o Roteiro dos Bandeirantes, os caminhos da fé, os roteiros de aventura e ecoturismo, os parques nacionais, o Pantanal, Santo Amaro da Imperatriz (SC), São Tomé das Letras (MG) as nossas ilhas etc. Infelizmente, as lindas cidades do interior do nordeste ainda não oferecem estrutura para chamar turistas.

A indústria do turismo não é como muita gente pensa, inclusive muitos políticos. No turismo há a necessidade de se construir uma boa infra-estrutura. Esse trabalho é lento e passa por várias gerações e vários prefeitos que, se derem sorte de um continuar o trabalho do outro, dentro da mesma diretriz, os benefícios poderão chegar à população.

Estudos revelam que se toda essa problemática for resolvida e houver uma continuidade perfeita no rumo, as cidades ou países só se transformam em destinos, após 10 anos de programas de incentivo, desenvolvimento, comunicação e conscientização.
Data de inclusão: 01/11/2017
Fone: (11) 5521-3483
Contato: Raul Machado
Empresa: #Mac Comunicação e Marketing
Entrar em contato: Entrar em contato
Grupo editorial: [Redes Sociais][Transporte-Turismo][Turismo ]
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