Escrever Bem

   
Pautas INCorporativa
FB   SetaRANKING SetaSala de imprensa SetaBusque Assessorias
 
 
Release
Bookmark and Share      

15/01/2018 - 09:36 - #Mac Comunicação e Marketing
Pobre turismo nacional. Países do 1º mundo listam cuidados para viagens ao Brasil
Pobre turismo nacional. Países do 1º mundo listam cuidados para viagens ao Brasil - #MAC COMUNICAÇÃO E MARKETING

Turistas de países como os Estados Unidos, Alemanha, Itália, Espanha, França, Reino Unido, Japão e Canadá são orientados, pelos próprios governos, a tomar cuidados especiais em certas regiões do Brasil em relação à violência urbana, assaltos, sequest ...

Siga as #pautas no Facebook e Twitter         www.pautas.incorporativa.com.br
Turistas de países como os Estados Unidos, Alemanha, Itália, Espanha, França, Reino Unido, Japão e Canadá são orientados, pelos próprios governos, a tomar cuidados especiais em certas regiões do Brasil em relação à violência urbana, assaltos, sequestros e tudo o mais que conhecemos por aqui.

A embaixada dos Estados Unidos, em seu site, informa que os turistas americanos devem tomar \"cuidados específicos\" em viagens para o Distrito Federal, especialmente nas regiões da Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá. A recomendação inclui, ainda, o alerta para \"bairros de favela\" em cidades brasileiras como Rio de Janeiro e Recife.

Em todos os alertas, há menções a crimes como assalto, sequestro relâmpago e tráfico de drogas. Algumas nações também recomendam cuidado extra, em Brasília, por possíveis manifestações e protestos ligados à política nacional. Todos os sites consultados registram que as informações foram atualizadas no segundo semestre de 2017 e são válidas até hoje. A exceção é o Reino Unido, que não informa a data da última atualização.

Na verdade, essa situação precisa ser reconhecida pelos brasileiros e não abafadas. No Rio de Janeiro há tiroteios todos os dias, o tráfego manda. A TV mostra diariamente a enorme quantidade de armas de guerra espalhadas pelos morros cariocas. A segurança pública em Natal, uma primorosa cidade turística, durante duas semanas chegou a zero. Pelas estatísticas, no Brasil, uma pessoa é assassinada a cada 9 minutos. Um índice vergonhoso apesar dos altos investimentos em segurança pública nos 5.570 municípios do País.

Itu, um oásis na segurança pública

Um bom exemplo de segurança pública é a cidade histórica de Itu, distante apenas 100 km de São Paulo e que recebe turistas interessados na arquitetura colonial bem preservada, nas igrejas de estilo barroco, nos museus, fazendas históricas, parques temáticos. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, de 2017, se classificou em 15° lugar no ranking “Connected Smart Cities” da consultoria Urban Systems em relação à segurança pública. Importante salientar que Itu, no mesmo ranking de 2016, se colocou na 24ª posição.

O estudo se baseou em seis critérios: o monitoramento de áreas de risco; iluminação pública; taxa de homicídios; acidentes de trânsito; investimento em segurança, efetivo policial, guardas-civis municipais e agentes de trânsito.
Para a Estância Turística de Itu, o alto nível de segurança pública no município, se torna um fator muito importante para a confiança e o conforto dos turistas que a visitam diariamente. Outra cidade do Estado de São Paulo, Vinhedo, foi considerada a cidade mais segura do Brasil em 2017.

Os sites oficiais de diversos países não estimulam os turistas a visitar o Brasil

Itália
Para o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Internacional da Itália, no Brasil sempre há a possibilidade de \"agitações repentinas\" em conexão com a \"atual situação política do país\". O recado, dizem, vale em particular para cidades como Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

O texto afirma que é necessária cautela nas capitais \"devido à ampla delinquência em ruas e praias (furtos e roubos), mesmo à luz do dia\". E faz uma menção direta à capital federal: Mesmo Brasília, não esta isenta desses problemas. Sequestros relâmpagos podem ocorrer, com pedido de resgate.

França
A carta elaborada pelo governo francês aponta a área central do DF como mais ou menos segura, pois é beneficiada por prédios públicos, embaixadas e forças de segurança. Apesar disso, recomenda cautela na proximidade de caixas eletrônicos e guichês de banco.

Segundo os franceses, vários assaltos à mão armada foram relatados no transporte público da capital, diz o texto. Fora do Plano Piloto, a diplomacia francesa recomenda cuidado extra em \"cidades-satélites\" – nominalmente, Brazlândia, Ceilândia, Sobradinho, Planaltina e Taguatinga.

Alemanha
O Ministério de Relações Exteriores da Alemanha não dedica seção específica do seu \"guia para alemães no Brasil\" para os riscos de uma viagem ao DF. A capital federal é citada, junto a São Paulo e Rio, em um trecho que fala sobre a possibilidade de manifestações violentas.

\"Devido à atual situação política no Brasil, ainda são esperadas manifestações - até mesmo sem aviso prévio - em que, às vezes, os distúrbios violentos não podem ser descartados\", diz o texto, em tradução livre. A recomendação é para que os turistas evitem multidões, se informem pela mídia e evitem visitas a favelas.

Japão
Curiosamente, o Ministério de Relações Exteriores do Japão faz uma das descrições mais detalhadas sobre a violência do Distrito Federal. O texto cita uma \"tendência decrescente de assassinatos\" e pontua a ocorrência de 242 mortes violentas e 31,4 mil roubos no primeiro semestre de 2017, com dados da Secretaria de Segurança Pública do DF.

O relatório também aponta o risco de sequestros relâmpagos e assaltos no Plano Piloto – em particular, nas imediações da rodoviária e dos setores hoteleiros. \"Nos últimos anos, houve assaltos a residências em regiões habitadas por muitos japoneses\", diz o comunicado, sem especificar quais seriam essas regiões.

O texto japonês cita, ainda, cidades como Águas Lindas (GO), Gama e Ceilândia, no DF, onde a taxa de criminalidade é extremamente alta e é necessário cuidado.

Espanha
O governo espanhol aponta o Distrito Federal como uma região de \"risco médio\" para turistas. No detalhamento, diz que os setores hoteleiros registram maior incidência de crimes, e cita alta nos roubos a pedestres e a residências.

\"Nas áreas de fronteira do Distrito Federal, a violência está mais relacionada ao narcotráfico. Pode haver ataques e bloqueio de estradas. O turismo esportivo ou ecológico deve ser feito com cuidado\", detalha o ministério da Espanha.

Canadá
A mensagem do governo canadense começa com a afirmação de que \"a criminalidade é um problema sério em todo o Brasil\". O texto não cita particularidades de cada região, mas afirma que a violência é mais frequente em São Paulo, Rio, Brasília, Recife e Salvador – \"particularmente em áreas adjacentes aos bairros desfavorecidos\".

Segundo o governo canadense, os crimes mais comuns contra turistas estrangeiros são os assaltos, e, às vezes, há agressão, já que existem muitas armas em circulação e os criminosos não hesitam em recorrer à violência.
Reino Unido

O governo britânico traça um perfil bem resumido da violência em Brasília. Segundo o texto, \"a área da rodoviária central, de Brasília, tem a maior incidência de roubos e furtos de pedestres. Cuidado extra deve ser tomado nessas regiões\".

A rodoviária do Plano Piloto fica em uma área bastante estratégica para turistas, a poucos quilômetros dos setores hoteleiros Sul e Norte. O terminal fica no Eixo Monumental – a via que abriga a Esplanada dos Ministérios, o Palácio do Planalto, a Catedral, o estádio Mané Garrincha e outros locais turísticos.

Do Brasil, para os brasileiros

Se os países do primeiro mundo não hesitam em listar os perigos de visitar o Brasil, é quase possível dizer que a recíproca é verdadeira. Na internet, o Itamaraty exibe relatórios de risco e orientações sobre os 195 países com os quais o Brasil mantém relação diplomática – incluindo Mônaco, Noruega e Dinamarca, por exemplo.

\"Existem poucas áreas e atividades de Oslo, que devem ser evitadas à noite. Podem ser citados, por exemplo, um passeio pedestre ao longo do rio Akerselva; área em torno da rua Skippergata; área acima da estação central de trem; área em torno da estação de metrô de Majorstuen\", diz o governo brasileiro sobre a capital da Noruega.

\"Deve-se tomar cuidado sobretudo com \'batedores de carteira\' que andam em grupo pelos grandes bulevares, artérias e monumentos conhecidos da capital (Champs-Elyssées, Trocadéro, Louvre, etc)\", afirma o Itamaraty sobre viagens a Paris. O texto também pontua que o número de invasões a domicílio na capital francesa aumentou em 2014.

Essa manifestação do governo brasileiro chega a ser ridícula por citar Oslo, capital da Noruega, país de melhor qualidade de vida do planeta, segundo a ONU. Falar de “batedores de carteira” em Paris é recordar o Brasil da década de 40 ou 50 do século passado, quando a “malandragem” não era violenta.

Em relação ao turismo internacional, o Brasil é listado como \"nível 2\" – de países que requerem maior cuidado - em uma escala que vai até ao \"nível 4\", de regiões não recomendadas para viagens. Sorte que ainda temos dois degraus a subir. Mas, este ano, tudo poderá acontecer.


Data de inclusão: 15/01/2018
Fone: (11) 5521-3483
Contato: Raul Machado
Empresa: #Mac Comunicação e Marketing
Entrar em contato: Entrar em contato
Grupo editorial: [Cidades][Redes Sociais][Turismo ]
Este Release foi visto 1684 vezes

Assessoria de Imprensa
LOGIN -  Inserir Release
Cadastrar Assessoria
Receber Clipping

 

saibamais

 

Clipping para Editores
Cadastrar Midia
Alterar cadastro de Midia
egoi
 
Alguns veículos cadastrados no clipping:
midias
 
 
 
 
 
 
  editora  

INCorporativa Comunicação

Publique seu livro - Saiba mais
   
       
       
       
 
       
 
Institucional
Quem Somos
Política Privacidade
Como funciona
 
Nas Redes Sociais  
Facebook Twitter
Linkedin ME Adiciona
 
Todo o conteúdo divulgado decorre de informações advindas das fontes mencionadas, sendo, portanto, de responsabilidade exclusiva da fonte ou do autor, não cabendo à INC Comunicação, à Revista ou Pautas INCorporativa responsabilidade por citações, teor, exatidão ou veracidade do conteúdo, produto ou serviço divulgado. Indicação de publicações são apenas para divulgação, não sendo avaliados por este veículo de comunicação.