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25/01/2018 - 16:02 - #INCorporativa*
10 tendências para o setor da Saúde Suplementar em 2018
10 tendências para o setor da Saúde Suplementar em 2018 - #INCORPORATIVA*

Em 2018 serão muitas as incertezas acerca dos panoramas econômico, financeiro, político e social no Brasil. E particular, o setor de Saúde abrigará grandes mudanças que poderão trazer maior dinamismo e prosperidade às operadoras de saúde, hospitais  ...

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Em 2018 serão muitas as incertezas acerca dos panoramas econômico, financeiro, político e social no Brasil. E particular, o setor de Saúde abrigará grandes mudanças que poderão trazer maior dinamismo e prosperidade às operadoras de saúde, hospitais e outros negócios do segmento. Podemos apontar 10 tendências a serem concretizadas ao longo do ano, sendo que cada uma delas traz riscos e também grandes oportunidades, a saber:
1) Retomada do Crescimento do Mercado: nos últimos anos, observamos a redução de cerca de 3 milhões de vidas no total de usuários de planos de saúde. No entanto, diversos indicadores econômicos recentes, bem como as alterações na legislação trabalhista, corroboram para uma redução do desemprego em 2018, favorecendo especialmente os Planos de Pessoa Jurídica.
2) Importantes Alterações Legais: é provável que o novo Marco Legal do setor seja alterado com o Projeto de Lei 7419/2006 e outras impactantes Resoluções Normativas (RNs) da ANS.
3) Expansão dos Investimento Privados: com a abertura para o investidor estrangeiro em 2015, observamos uma avalanche na entrada de recursos oriundos de fundos de investimentos e de diversos grupos privados, especialmente de americanos e de asiáticos, realizando grandes aquisições no setor. O Brasil é o pais com o maior potencial de crescimento do setor no mundo. Portanto, é de se esperar que os investimentos vão continuar crescendo.
4) Muitas Cooperativas Médicas e pequenos grupos vão sair do mercado: muitas empresas não conseguiram se planejar, profissionalizar a gestão e controlar custos como medidas essenciais para a sobrevivência. Com o aumento da exigência de Margem de Solvência (RN 209), bem como aumento da competição, a falta de preparo irá levar muitas delas a vender suas carteiras e operações. Recentemente, a RN 431 foi editada para favorecer este movimento, facilitando a saída das pequenas empresas do mercado.
5) Fim do Resultado Financeiro, Início da Retomada Operacional: com a redução da taxa Selic de 14,25% para menos de 7% até o final do ano, as operadoras que estavam acostumadas a obter expressivos ganhos financeiros com as aplicações vinculadas (obrigatórias), irão sentir drasticamente a falta de eficiência operacional, ampliando o movimento descrito no item anterior. Desta forma, é de suma importância garantir o resultado operacional para fazer frente aos compromissos financeiros.
6) Ampliação da consolidação do mercado com grandes Fusões/Aquisições: o movimento deve ganhar ainda mais força neste ano. Temos grandes grupos que podem realizar operações de fusões e aquisições, tal como ocorreu recentemente em outros setores brasileiros como o varejo, Educação e financeiro.
7) Desenvolvimento de Fundos Imobiliários para Hospitais: mesmo com a retomada do mercado de crédito, a busca por liquidez e por melhores instrumentos de captação e gestão deve favorecer o desenvolvimento deste incipiente mercado de fundos para hospitais. Até 2017, tínhamos apenas um Fundo aberto deste tipo. No entanto, já no início de 2018, teremos a abertura do FII da Unimed Sul Capixaba. Dada a atratividade desta modalidade de investimento, muitos projetos deste tipo poderão surgir, de forma a dinamizar o volume de captações para a realização de investimentos em hospitais, centros médicos e outros empreendimentos relacionados no país.
8) Deterioração do SUS e Ampla demanda por Planos Populares Individuais: com o congelamento dos gastos públicos e com a falta de recursos, devemos observar gradativamente o declínio da saúde pública, favorecendo a demanda privada, especialmente para planos individuais e populares.
9) Inflação médica alta, mas reajustes baixos: a inflação do setor deve continuar acima dos dois dígitos. No entanto, com o aumento da concorrência e a inflação ampla controlada, os planos terão dificuldade em repassar custos, voltando novamente ao foco da eficiência operacional através do rigoroso controle sobre seus custos assistenciais e despesas administrativas e comerciais.
10) O Setor da Saúde é a “bola da vez”: por todos estes fatores supracitados, o setor deverá ser um dos principais destinos de investimentos privados, sendo tema das principais pautas das discussões políticas neste ano eleitoral.

Prof. Doutor Adriel Branco
Sócio-diretor da XVI Finance
Data de inclusão: 25/01/2018
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Contato: Rogerio
Empresa: #INCorporativa*
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Grupo editorial: [Saúde ]
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