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26/01/2018 - 07:56 - #Mac Comunicação e Marketing
Itu comemora 408 anos de sua fundação
Itu comemora 408 anos de sua fundação - #MAC COMUNICAÇÃO E MARKETING

O aniversário de Itu é comemorado todo dia 2 de fevereiro, que no ano de 1610, registrou a construção de uma capela em louvor a Nossa Senhora da Candelária, onde hoje está o santuário do Bom Jesus, na Praça Padre Anchieta.

Neste ano, uma pro ...

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O aniversário de Itu é comemorado todo dia 2 de fevereiro, que no ano de 1610, registrou a construção de uma capela em louvor a Nossa Senhora da Candelária, onde hoje está o santuário do Bom Jesus, na Praça Padre Anchieta.

Neste ano, uma programação mais econômica terá um grande bolo de aniversário para a população e diversas apresentações de Bandas, Escola de Samba, Blocos, duplas sertanejas e um espetáculo teatral. Dia 2, a partir das 12 horas, na Praça Padre Miguel, a população e turistas participarão de uma grande festa de aniversário.

A questão é que uma cidade com 408 anos de vida tem muita história para ser contada às novas gerações. Seus registros históricos contam que a capela que deu origem ao povoado do Outuguassu foi construída pelos bandeirantes Domingos Fernandes e seu genro, Cristóvão Diniz. Eles receberam por sesmaria, em 1604, a posse das terras dos campos do Pirapitingui. Dessa forma, o dia 2 de fevereiro foi adotado como data de aniversário de Itu, por coincidir com o dia de Nossa Senhora da Candelária.

O povoado se formou em torno desta capela. Em 1657, passou à condição de Vila com direito a possuir uma Câmara Municipal, iniciando-se assim a construção de um novo tempo. Durante quase 100 anos (de 1657 a 1750) a Vila de Itu não passou de um pequeno núcleo, com menos de 100 casas, concentradas no pátio da antiga Matriz e numa única rua que ia do pátio até a capelinha do primeiro povoado. Uma boa parte das casas, as do pátio, sobretudo, pertencia a fazendeiros. Quando aumentou o número de escravos, por conseqüência, a produção das fazendas, seus donos ajudaram a erguer dois conventos na Vila, o de São Francisco (1692) e o do Carmo (1719).

Com uma objetividade, comparada aos recenseamentos contemporâneos, o historiador Francisco Nardy Filho, no texto denominado “Itu de outras eras”, realizou minucioso levantamento da realidade ituana durante o ano de 1765.

De acordo com seus dados, frutos de exaustiva pesquisa histórica, a Vila de Itu, contava, naquele ano, com 3.988 habitantes, entre os quais 2.758 eram livres (1.361 homens e 1.397 mulheres) e 1.230 eram escravos (640 homens e 590 mulheres).

Itu tem certidão de nascimento

Itu é uma cidade com um legado histórico abençoado e privilegiado, pois tem até uma “certidão de batismo oficial”. Seu fundador, Domingos Fernandes, nascido em Santana de Parnaíba, aos 67 anos, escreveu um testamento, ditado a um escrivão em 12 de dezembro de 1652, no qual inseriu as origens do povoado do Outuguassu. Faleceu no ano seguinte, em meados de 1653.

A região estava sob jurisdição da vila de São Paulo, fundada 56 anos antes, em 1554. Todavia, quinze anos depois, em 1625, Itu foi desmembrada de São Paulo, e passou a pertencer a Santana do Parnaíba. Mas, pouco tempo depois, em 1657, foi elevada a Vila, com direito de instalar sua Câmara Municipal. Com a emancipação, passou a administrar os atuais municípios de Porto Feliz (até 1797), Cabreúva e Indaiatuba (ambos até 1859), Montemor (até 1871), Salto (até 1889) e Elias Fausto (até 1945).

Voltando ao ano de 1610, o fundador de Itu, Domingos Fernandes já tinha experiência sertaneja. Em 1602, por exemplo, participou de uma das maiores Bandeiras chefiada por Nicolau Barreto. Para se ter uma idéia dessa grande expedição, basta lembrar que os mais importantes sertanistas do século XVII participaram dela, além de centenas de portugueses, mamelucos paulistas e índios. A viagem durou dois anos e além de ocupar terras da Espanha, no atual Estado do Paraná, região de Guaíra, contribuiu para a expansão geográfica do Brasil e trouxe muitos índios para as lavouras do Planalto.

Uma grande parte dessa nova mão de obra foi para as terras de Domingos Fernandes, a Outuguassu. Dessa forma, antes mesmo da inauguração da capelinha, já havia povoadores pela região de Itu. Quando a capela ficou pronta, o fundador trouxe mais gente, incluindo seus familiares.

O que mais impressiona no Testamento de Domingos Fernandes, além do espírito religioso, foram os cuidados com a capela, símbolo da fundação de Itu. Só mesmo seus esforços explicam a licença obtida para elevá-la a “capela curada”, em 1644, com direito a capelão. Em 1653, com a elevação a freguesia, Itu passou a ter, oficialmente, o seu vigário. Pouco tempo depois, em 1657, ganhou o status de vila e assim permaneceu por quase duzentos anos. Em 5 de fevereiro de 1842, a vila foi elevada a cidade.

Quando se torna paróquia independente de Santana de Parnaíba, em 1694, o primeiro vigário de Itu foi Padre Felipe de Campos que tratou de substituir a velha capela (local da Igreja do Bom Jesus), então Matriz da cidade, pelas obras da majestosa Igreja Matriz de Nossa Senhora da Candelária, atual Matriz, inaugurada em 1780.

Atualmente, Itu representa um patrimônio histórico e cultural sem igual com suas fazendas bandeirantistas, igrejas barrocas, museus, culinária de alto nível, ótima rede hoteleira, arquitetura da época colonial bem preservada e o inesquecível movimento político da “Convenção de Itu”, de 18 de abril de 1873, cuja história esta viva no Museu Republicano. O esforço de ituanos, políticos, fazendeiros e comerciantes culminou com a queda da Monarquia e a instituição do regime republicano. Tudo isso, a somente 100 km de São Paulo.

Para ver centenas de fotos e dezenas de vídeos sobre Itu visite o endereço: www.grandeitu.com.br – galeria de fotos e vídeos.

Data de inclusão: 26/01/2018
Fone: (11) 5521-3483
Contato: Raul Machado
Empresa: #Mac Comunicação e Marketing
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Grupo editorial: [Arte-Cultura-Lazer][Redes Sociais][Turismo ]
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