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01/02/2018 - 18:19 - #Verbo Nostro Comunicação Planejada
Ribeirão-pretano lê mais que a média nacional de leitores do país, é o que aponta pesquisa
Ribeirão-pretano lê mais que a média nacional de leitores do país, é o que aponta pesquisa - #VERBO NOSTRO COMUNICAÇÃO PLANEJADA

Estudo desenvolvido pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto em parceria com a Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto) aponta que a média de leitores entre os ribeirão-pretanos é de 67%, enquanto o índice de leitores do País está na marca  ...

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Ribeirão Preto (SP), 1º de fevereiro de 2018 - A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e a Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto) apresentam os resultados da pesquisa “Perfil do Leitor de Ribeirão Preto” e surpreendem com um fato: o ribeirão-pretano lê mais que o restante dos brasileiros. A média de leitores detectada pelo estudo é de 67%, enquanto a última média registrada em 2015 pela pesquisa de âmbito nacional “Retratos da Leitura no Brasil” foi de 56% (estudo publicado em 2016 pelo Instituto Pró-livro e IBOPE Inteligência).

Realizada pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e coordenada pela Unaerp, por meio do CIC (Centro de Informação e Comunicação) com apoio do programa Agente de Leitura da Secretaria Municipal da Cultura (Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto), a nova pesquisa contou, na fase de planejamento, com quatro pesquisadores e uma estagiária. A professora Daniela Tincani, coordenadora do curso de Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda da Universidade, explica que foram aplicadas duas pesquisas (uma geral na cidade e outra específica para o público da Feira do Livro – com análise comparativa dos dados).

A metodologia utilizada para os estudos foi a quantitativa, com abrangência regional na cidade de Ribeirão Preto dividida por regiões (centro, leste, norte, oeste, sudoeste e sul) e também com pessoas de outras cidades – no caso, dos frequentadores da Feira Nacional do Livro. Já o público-alvo está na faixa a partir dos cinco anos até maiores de 70, com pessoas alfabetizadas ou não.

O instrumento de coleta dos estudos foi feito com entrevistas pessoais (face a face) em locais de grande fluxo, escolas e domicílios, além dos espaços da 17ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, realizada de 4 a 11 de junho de 2017- em pontos de grande fluxo dos visitantes do evento, como na Esplanada do Theatro Pedro II, nas filas para retirada dos ingressos da programação e na Praça do Leitor. “Nosso objetivo foi conhecer o perfil do cidadão de Ribeirão Preto em relação à leitura. Buscamos detectar seus hábitos e preferências sobre livros, gêneros e autores”, explica a professora.

A presidente da Fundação do Livro e Leitura, Adriana Silva, comenta que o propósito da entidade foi fazer um diagnóstico do leitor ribeirão-pretano para avaliar se os programas da Fundação, bem como a Feira Nacional do Livro, cumprem seu papel de formação de leitores. “Não foi surpresa para nós comprovarmos que o ribeirão-pretano lê acima da média nacional, pois a Fundação vem investindo na formação de leitores há 18 anos e chegou a hora de colhermos o resultado destas ações. Acreditamos que essa prática contínua tem trazido bons efeitos para a população, estimulando o gosto e o hábito da leitura, principalmente por conta da realização da Feira Nacional do Livro em todos estes anos”.

A amostra da pesquisa “Perfil do Leitor Ribeirão-pretano” foi aplicada em 600 habitantes estratificados de acordo com a faixa etária, gênero e região. As questões do estudo tiveram como parâmetro o formulário da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil” e ainda foram incluídas algumas questões específicas sobre a Feira do Livro.

A pesquisa considerou como leitor a pessoa que leu ao menos um livro nos últimos três meses (67%). O estudo apontou como não leitor o participante que declarou não ter lido nenhum livro nos últimos três meses, mesmo que tenha lido nos últimos 12 meses. Este perfil representa cerca de 32,3% dos participantes.


Dados relevantes da pesquisa

O que de fato mais influencia o leitor ribeirão-pretano a ler? O tema ou assunto do livro registrou 64,3% das menções; 10,3% falaram que leem por indicação, enquanto que 4,1% seguem dicas de professores e 3,8% das pessoas são movidas pelo nome do autor. Quanto aos quesitos influência e motivação para ler, a procura por conhecimento geral atinge a média de 23,8% e o segundo motivo é a distração (23,4%). Motivos religiosos atingiram a média de 14%, conhecimento pessoal ficou na marca de 13,3% e exigência escolar/faculdade com 9%.

O hábito da leitura do ribeirão-pretano vem em primeiro lugar pela família, que continua sendo o principal exemplo com 28,7%, já a influência por professores ficou na média de 27,8% e curiosamente o resultado “ninguém” chama a atenção – 36,4%. Para a professora Daniela Tincani, esse é um ponto a se pesquisar ainda mais numa próxima coleta de dados. “Vamos continuar aprimorando nosso instrumento de coleta. A meta é manter a pesquisa em 2018 para acompanharmos a evolução dos dados”.

Cerca de 47,5% dos entrevistados considerados leitores disseram que o que mais os impede de ler mais livros é a falta de tempo nos dias de hoje. Já os que preferem fazer outras atividades com o tempo que sobra em suas vidas são (19%). O preço do livro é considerado caro e como fator de impedimento para leitura para 3,7% dos entrevistados. Apenas 3,6% dos participantes disseram que se sentem cansados para ler e 10,3% declararam não ter paciência, enquanto que 5,6% assumiram ter dificuldades para ler e 3,7% atribuíram a ausência de bibliotecas por perto como um fator de objeção.


Os leitores da Feira do Livro

Para a diretoria da Fundação do Livro e Leitura, a pesquisa revela que a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, criada na cidade há 18 anos, consolidou-se como um vetor de incentivo à leitura e de formação gradativa de novos leitores. O mesmo funciona para a programação anual da entidade com ações de fomento à leitura e à literatura. Conforme apuração dos dados, 85,8% dos participantes da Feira foram identificados como leitores e apenas 14,2% não leitores.

A maioria dos entrevistados (57,8%) frequentou a Feira do Livro em mais de quatro edições. O número é mais que o triplo dos entrevistados que afirmam frequentar a Feira em três edições (13,6%) e representa mais que a soma dos entrevistados que falam ter participado do evento entre uma e três vezes (42,2%).

Entre os frequentadores da Feira do Livro, a maioria (46,9%) afirma que o que mais lhe atrai no evento é a compra de livros, seguido dos 25,9% dos participantes que vão em busca de palestras, enquanto que 18,9% dos entrevistados responderam que vão à feira para passear. “Além de leitores, foi possível apurar com o estudo que o público é formado por pessoas que gostam de ler, principalmente livros de romance, outro dado que difere da pesquisa nacional, que aponta os livros religiosos como os preferidos dos brasileiros. Estes dados respaldam a decisão da organização da Feira em construir a programação do evento em torno do livro e do debate”, explica a presidente da entidade, Adriana Silva.


Dados complementares e comparativos das pesquisas

- Perfil do Leitor de Ribeirão Preto : Leitor (67%), Não Leitor (32,3%). Perfil do Leitor frequentador da Feira do Livro: Leitor (85,8%) e Não Leitor (14,2%).

- Média de leitura (3 meses) : 2,07 livros lidos – cidadãos de Ribeirão Preto e 2,73 livros lidos – frequentadores da Feira do Livro

- Dos entrevistados selecionados na pesquisa “Perfil do Leitor de Ribeirão Preto”, destacam-se :

* Faixas etárias: 23% entre 50 a 69 anos; 16,9% entre 30 a 39 anos; e 12,2% entre 40 a 49 anos.

* Em relação ao gênero, obteve-se uma diferença percentual com 56,7% do gênero feminino e 43,3% do gênero masculino.

* Em relação ao grau de escolaridade, notou-se maior participação de pessoas na pesquisa com ensino médio (36,9%). Já na 17ª Feira do Livro, a maior parte dos frequentadores possuem ou estão cursando o nível superior (49.8%).

- Com relação a gostar de ler, a pesquisa detectou 70,8% dos moradores da região Leste e 68,3% da região Oeste. Durante a Feira do Livro, a maioria dos frequentadores que disseram não gostar de ler residem na região Oeste (29,3%) e aqueles que afirmaram gostar de ler também residem na mesma região da cidade (37,3%).

- Já para quantidade de livros lida nos últimos três meses, 29,2% dos entrevistados disseram ter lido apenas um livro neste período. Os que afirmaram terem lido dois livros atingiram 19,6% da amostra.

- Gêneros de livros preferidos: Romance (35,7%), Didáticos (21%), Terror (19,7%) e Religiosos (19,4%). Obs. A maior diferença entre a população e os frequentadores da 17ª Feira do Livro é o gênero religioso: 19,4% dos cidadãos preferem este gênero, enquanto apenas 7% dos frequentadores da Feira do Livro priorizam este estilo de leitura.

- Autores preferidos (principais resultados): Monteiro Lobato (1%), John Green (1,2%), Chico Xavier (1,3%), Paulo Coelho (1,6%), Bíblia (2,8%), Machado de Assis (autor preferido) com (2,6%) e 62% não têm autor preferido (62%). São mais de 35 nomes de escritores citados.

- Autores preferidos dos frequentadores da Feira (principais resultados): Luis Fernando Verissimo (1,6%), José Saramago (1,7%), Clarice Lispector (1,9%), Carlos Drummond de Andrade (2,4), Augusto Cury (3%), J. K. Rowling (4%) e 37,3% não têm autor preferido.



Sobre a Fundação

A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Trata-se de uma evolução da antiga Fundação Feira do Livro, criada em 2004, especialmente para realizar a Feira Nacional do Livro da cidade - hoje considerada a segunda maior feira a céu aberto do país, realizada tradicionalmente no mês de junho.

Com uma trajetória sólida e projeção nacional e internacional, a entidade ganhou experiência e, atualmente, além da Feira, realiza muitos outros projetos ligados ao universo do livro e da leitura com calendário de atividade durante todo o ano. A Fundação se mantém com o apoio de mantenedores e patrocinadores, com recursos diretos e advindos das leis de incentivo, em especial do Pronac e do Proac.

Atualmente, a diretoria da Fundação é representada pela jornalista, educadora e escritora, Adriana Silva na presidência; Edgard de Castro (advogado e cineasta) como 1º vice-presidente, Dulce Neves (jornalista) na 2ª vice-presidência, além de equipe com nove profissionais, um conselho com 22 membros e prestadores de serviços na área de comunicação.



Sobre a Unaerp

A Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto) foi a primeira instituição de ensino superior da região de Ribeirão Preto. Fundada em 1º de junho de 1924 como Sociedade Escola de Pharmácia e Odontologia de Ribeirão Preto, por um grupo de idealistas profissionais de saúde, intelectuais e educadores, desde sua implantação tinha como objetivo promover o desenvolvimento social, educacional e cultural de Ribeirão Preto. Daquele visionário projeto inicial, a trajetória da Unaerp teve forte expansão a partir do final da década de 1950, quando o professor Electro Bonini (1913 – 2011), assumiu a administração.

Reconhecida como Universidade em 1985, a Unaerp foi nomeada oficialmente como Universidade de Ribeirão Preto e passou a ter como reitora a professora Elmara Lucia de Oliveira Bonini, que já atuava na diretoria da Instituição e, ao lado do professor Electro, havia conduzido o processo de reconhecimento. Quando do reconhecimento, a Universidade já investia em pesquisas nas áreas de humanas, sociais, saúde, ambientais e biotecnológicas. Esses investimentos cresceram junto com a universidade que, a partir dos anos 90, passou a implantar novos cursos, fomentando paralelamente os projetos de pesquisas e de serviços à população. Nasceram aí, os cursos de Medicina, Enfermagem, Fonoaudiologia, Engenharia de Computação, Turismo, entre outros.

Hoje, integrada à comunidade regional, a Unaerp também mantém um intercâmbio constante com a sociedade em seu entorno, estendendo à população sua produção acadêmica. A Rede Unaerp de Serviços à Comunidade realiza mais de 500 mil atendimentos anuais à comunidade por meio de seus programas de extensão. Os eixos de extensão e prestação de serviços são possíveis graças ao investimento permanente em laboratórios de última geração, formação de docentes e pessoal técnico qualificado, sistemas de infraestrutura física. Em conjunto, tais ações viabilizam programas multidisciplinares de ensino, pesquisa e extensão.



Atendimento à Imprensa

Verbo Nostro Comunicação Planejada – (16) 3632-6202 / 3610-8659

Jornalistas responsáveis:

Luciana Grili (16) 99152 2707 (luciana@verbo.jor.br)

Andrea Berzotti (16) 99138 6185 (andrea@verbo.jor.br)

Valter Jossi Wagner (16) 99152 2700 (valter@verbo.jor.br)

Colaboração: Juliana Castro e Alessandra Rotolo (redação@verbo.jor.br)
Data de inclusão: 01/02/2018
Fone: (16) 36108659
Contato: Verbo Nostro Comunicação Planejada
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