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19/03/2018 - 10:31 - DOC Press
No dia Mundial da Saúde Oral, especialistas em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais alertam para os cuidados e acompanhamento dos dentes sisos
No dia Mundial da Saúde Oral, especialistas em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais alertam para os cuidados e acompanhamento dos dentes sisos - DOC PRESS

Nove em cada dez pessoas têm pelo menos um dente siso que pode tornar-se um problema bem antes de nascerem ...

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Os dentes sisos ou terceiros molares, popularmente conhecidos como “dentes do juízo”, são os últimos dentes a se formarem e a nascerem no final dos dois lados das arcadas dentárias de cima e de baixo, normalmente entre os 17 e os 21 anos.
Nove em cada dez pessoas têm pelo menos um dente siso que pode tornar-se um problema bem antes de nascerem. Há pessoas que têm os quatro sisos, ou 3, 2, 1 e até nenhum desses dentes, esta variação ocorre por questões genéticas. Por isso devem ser monitorados, em geral, a partir dos 15 anos.
Ao não sair ou ao nascer de forma incompleta esses dentes podem trazer uma série de complicações. As principais são as infecções ou a formação de lesões como cistos ou tumores benignos. A infecção representa o aparecimento de dor, inchaço, dificuldade em abrir a boca e podendo levar, em casos mais agudos, à dificuldade respiratória devido ao inchaço nas vias aéreas. Além desses problemas, as cirurgias são indicadas quando o dente siso, por falta de espaço na arcada dentária ou por ficar incluso no osso, não aparece totalmente na boca; quando há cáries ou problemas gengivais que não podem ser tratados ou quando provocam danos aos dentes vizinhos.
Os Cirurgiões Buco-Maxilo-Faciais explicam que nem sempre é preciso extraí-los. “Quando há espaço na arcada dentária e eles erupcionam completamente, são funcionais, indolores, sem cárie e sem problemas gengivais, livres de doenças, eles podem ser mantidos“, afirma o presidente do Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, José Rodrigues Laureano Filho.
Mas, o presidente alerta que, no caso de não extração, é fundamental que o paciente faça um acompanhamento regular dos dentes sisos, com limpeza profissional, check-ups anuais e radiografias periódicas para monitorar possíveis alterações. “A posição em que fica na boca pode dificultar a boa higienização, facilitando o acumulo de bactérias que podem levar a infecções locais. E em alguns casos, as infecções podem comprometer regiões vizinhas importantes e até o organismo. Em outros momentos, um cisto ou tumor, apesar de raro, pode se formar em torno do dente, o que pode levar a problemas mais sérios”, acrescenta.
O Cirurgião e Tramatologista Buco-Maxilo-Facial é o profissional mais habilitado para realizar o procedimento. Só no Brasil são mais de 1500 especialistas filiados ao Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, presentes em mais de 1200 cidades, de norte a sul do país. A lista completa dos membros por município encontra-se no site www.bucomaxilo.org.br.

Data de inclusão: 19/03/2018
Fone: (11) 55338781
Contato: José Luchetti
Empresa: DOC Press
Entrar em contato: Entrar em contato
Grupo editorial: [Nacional][Saúde ]
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