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04/04/2018 - 09:52 - C4 Comunicação
PROTESTE encontra irregularidades e solicita fiscalização de lojas virtuais de supermercados junto à Vigilância Sanitária
PROTESTE encontra irregularidades e solicita fiscalização de lojas virtuais de supermercados junto à Vigilância Sanitária - C4 COMUNICAÇÃO

Sete dos dez supermercados avaliados foram apontados como muito ruins no critério conservação dos produtos comprados pela internet ...

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A PROTESTE, associação de consumidores, realizou um teste com o serviço de entrega após compra online de dez supermercados em São Paulo e Rio de Janeiro. Sete deles foram reprovados em um dos quesitos.

Realizar compras em supermercados, no conforto do lar, sem ter a necessidade de enfrentar as filas dos caixas e perder tempo andando pelos corredores pode ser algo extremamente atrativo. Com o crescimento do comércio virtual, até as compras do mês podem ser substituídas pela tela do Smartphone evitando trânsito e tempo perdido.

A forma como os produtos são embalados para a entrega foi um dos principais pontos observados pela PROTESTE. A associação constatou que o resultado ficou bem abaixo do esperado e que alguns supermercados deixaram a desejar até mesmo no básico: empacotar separadamente itens de diferentes categorias como produtos de limpeza e de higiene pessoal, por exemplo.

Outra questão é que nem sempre o consumidor receberá todos os produtos solicitados no ato da compra. O supermercado Zona Sul, do Rio de Janeiro, foi um dos que mais desapontou neste quesito: de todos os itens solicitados pela PROTESTE, cinco foram deixados para trás. Por outro lado, foram entregues dez produtos de higiene e limpeza que não faziam parte da lista.

A divergência entre os preços também foi um problema constatado nos testes. No site do Pão de Açúcar, em São Paulo, o valor do presunto cozido Sadia era R$ 7,29. Na finalização da compra, este preço subiu para R$ 7,49. “Por isso, fica a dica: ao receber a mercadoria, lembre-se de conferir a nota”, recomenda a associação.

Pessoalmente é possível checar a disponibilidade dos produtos, bem como pegar a quantia exata dos fracionados – como os frios ou frutas. Ao realizar a compra online, as opções de quantidade são restritas. De acordo com a PROTESTE, há situações em que o consumidor tem disponível para compra 250 gramas ou 500 gramas. Não há um meio termo. Os supermercados avaliados demonstraram baixa qualidade nestes quesitos.

As cariocas SuperPrix e Zona Sul e as paulistas Mambo e Hirota foram as piores avaliadas, quanto a disponibilidade dos produtos a venda. Nos testes, a PROTESTE observou que, na hora da entrega, um dos itens solicitados na hora da compra estava em falta e as lojas sequer chegaram a informá-los ou ofereceram a troca por um item semelhante.

“O ideal é que, antes da entrega, a loja entre em contato com o consumidor não só informando sobre a ausência do produto no estoque como oferecendo a possibilidade de troca ou desistência do item”, avalia a associação.

Os consumidores precisam, inclusive, ter um horário mais flexível para receber os produtos em casa, ou delegar esta função a outra pessoa. Isso porque o horário disponível dos supermercados não é muito flexível. Muitos não realizam entregas aos domingos, muito menos nos dias em que as compras são feitas. E mais: alguns deles também não entregam após às 18h.

O único que descumpriu com o prazo estipulado para a entrega foi o Zona Sul. Quanto as taxas, todos cobram um valor simbólico para que a entrega seja feita, exceto pelo carioca SuperPrix, único a oferecer gratuidade.

Na avaliação geral, os supermercados online de São Paulo foram os melhores avaliados. O Extra Delivery e o Pão de Açúcar são boas alternativas para o paulistano que prefere a comodidade do lar ao fazer as compras, mas sem se preocupar com produtos faltando, divergência de preços ou atraso na entrega.

Diante dos resultados encontrados, especialmente os relacionados ao acondicionamento e estado dos produtos entregues, a PROTESTE solicitou a fiscalização dos supermercados junto à Vigilância Sanitária. A Associação também enviou o estudo à Associação Brasileira de Supermercados (Abras), uma vez que as lojas disponibilizaram produtos impróprios para o consumo, o que vai contra o Código de Defesa do Consumidor.

Para mais informações entre no site da PROTESTE: www.proteste.org.br
Data de inclusão: 04/04/2018
Fone: (11) 0020202020
Contato: Flavia Santana
Empresa: C4 Comunicação
Entrar em contato: Entrar em contato
Grupo editorial: [Defesa do Consumidor][Economia e Finanças][Tecnologia]
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