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11/05/2018 - 11:36 - 4 Press
Fundação Abrinq mostra que empresas investiram mais de R$ 400 milhões em ações sociais que beneficiam crianças e adolescentes
Fundação Abrinq mostra que empresas investiram mais de R$ 400 milhões em ações sociais que beneficiam crianças e adolescentes - 4 PRESS

O “Cenário Empresa Amiga da Criança”, publicação que retrata o panorama de responsabilidade social das empresas, lançada durante evento em São Paulo, mostra o atual cenário do investimento social privado no Brasil ...

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Para mostrar a atuação social das empresas parceiras do Programa Empresa Amiga da Criança (PEAC), a Fundação Abrinq, durante o “Encontro de Líderes Empresariais” realizado em São Paulo, lançou o \"Cenário Empresa Amiga da Criança\", um relatório que retrata o panorama de responsabilidade social dessas organizações.

O Cenário foi elaborado a partir das informações declaradas por 801 empresas que reportaram sua atuação social à Fundação, e também a partir de dados de uma pesquisa interna aplicada com as Empresas Amigas da Criança e de outra pesquisa com o consumidor final, realizada pela consultoria Havine Research.

“Lançamos um cenário retratando o investimento social privado de grandes empresas, sob a ótica da infância e adolescência e a visão do consumidor sobre as empresas socialmente responsáveis”, afirma Denise Cesário, gerente executiva da Fundação Abrinq.

O Programa Empresa Amiga da Criança (PEAC), da Fundação Abrinq, foi criado em 1995, com o objetivo de engajar e reconhecer o setor empresarial para prevenção e combate à exploração da mão de obra infantil, bem como o estímulo ao investimento social privado.

EMPRESAS NO BRASIL

Atualmente, no Brasil, existem 5.114.983 empresas, distribuídas nos 26 estados e no Distrito Federal. Destas, 51,4% se concentram na região Sudeste, enquanto a região Norte comporta apenas 3,5% do total de empresas registradas no país.

Em 2017, participaram do Programa 842 Empresas Amigas da Criança (EACs), de 23 estados brasileiros, engajadas com o compromisso de não explorar o trabalho infantil e não permitir esse tipo de atividade em sua cadeia produtiva, realizar ações sociais em benefício de crianças e adolescentes e promover a formação profissional por meio da Lei da Aprendizagem e o acesso ao emprego protegido para adolescentes.

TOTAL DO INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO REALIZADO PELAS EMPRESAS AMIGAS DA CRIANÇA

Em 2016, as Empresas Amigas das Crianças declararam ter investido mais de R$ 411 milhões em ações sociais que beneficiaram crianças e adolescentes no país. Do montante, 77% foram investidos diretamente sem renúncia fiscal e 23% por meio de doações para os Fundos de Direitos da Criança e Adolescente ou via outras leis de incentivo.

Vale destacar que, do total investido, 204 milhões de reais foram aportados por 5 grandes empresas dos seguintes ramos de atividades: serviços financeiros, eletricidade e gás, comércio de vestuário e acessórios, e indústria de transformação de papel e celulose, correspondendo a quase 50% do investimento social privado declarado pelas empresas.

“Esse investimento por parte das empresas, impactou mais de 17 milhões de crianças e adolescentes, desenvolvendo ações em várias regiões do país”, explica Denise.

As ações sociais realizadas pelas Empresas Amigas da Criança se distribuem em muitas áreas, com maior destaque em ações voltadas para Assistência Social (que corresponde a 24%) e Educação (equivalentes a 21%).

CENÁRIO TRAZ AINDA A VISÃO DO CONSUMIDOR SOBRE O PAPEL DAS EMPRESAS NO COMBATE AO TRABALHO INFANTIL

A pesquisa realizada pela Consultoria Havine Research, com 1.086 consumidores de todas as regiões do Brasil, representados por homens e mulheres com idade entre 25 e 70 anos, aponta que 69% dos consumidores entendem que empresas e as instâncias de governo são corresponsáveis pela não utilização de mão de obra infantil, e 64% destes acham que o cumprimento das cotas de aprendizagem também é responsabilidade de ambos.

O objetivo foi mostrar às empresas como esse engajamento com a causa reflete em uma imagem positiva para o consumidor.
A pesquisa ainda revela que 80% dos consumidores entrevistados não comprariam de empresas que utilizam trabalho infantil, reforçando uma crescente preocupação do consumidor com o compromisso social das empresas e com a atuação delas na prevenção e no combate do uso da mão de obra infantil.

O selo é um instrumento de comunicação visual que agrega valor à imagem da empresa, pois reconhece e dá visibilidade às ações sociais que beneficiam crianças e adolescentes. O consumidor valoriza a marca quando identifica o selo Empresa Amiga da Criança.

SOBRE A FUNDAÇÃO ABRINQ

Criada em 1990, a Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente é uma organização sem fins lucrativos que tem como missão promover a defesa dos direitos e o exercício da cidadania de crianças e adolescentes. Tem como estratégias: o estímulo à responsabilidade social; a implementação de ações públicas; o fortalecimento de organizações não governamentais e governamentais para prestação de serviços ou defesa de direitos de crianças e adolescentes.
Data de inclusão: 11/05/2018
Fone: (11) 5096-0439
Contato: Fernanda d´Avila
Empresa: 4 Press
Entrar em contato: Entrar em contato
Grupo editorial: [Infantil][Juvenil][Terceiro Setor ]
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