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22/05/2018 - 06:14 - DOC Press
Secretário Marcos Penido diz, no SINICESP, que recapeamento é investimento e gera renda
Secretário Marcos Penido diz, no SINICESP, que recapeamento é investimento e gera renda - DOC PRESS

Marcos Penido abriu a apresentação afirmando ter sempre em mente que a Prefeitura “é gestora de dinheiro alheio” ...

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O secretário das Prefeituras Regionais, Marcos Penido, considera que o programa de fresagem e recapeamento de centenas de vias públicas da cidade de São Paulo representa investimento que acaba gerando renda, pois beneficia a economia e o desenvolvimento. Isso justifica o alto valor, 550 milhões de reais, que a Prefeitura investe para recuperar as principais avenidas e ruas da cidade. O programa é considerado tão importante, que sua terceira fase. Prevista para 2019, deverá ser antecipada.
A afirmação foi feita em apresentação no SINICESP – Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo, na semana passada. O secretário e o vereador João Jorge, que o acompanhava, foram saudados pelo presidente do SINICESP, Luiz Albert Kamilos, que lembrou outra visita de Penido à entidade, quando secretário municipal de Serviços e Obras.
Kamilos asseverou que a entidade que preside “sempre se mostrou disposta a colaborar para a solução das dificuldades enfrentadas pelos gestores públicos”, cuja função os torna “tanto empreendedores como transformadores das comunidades que administram”.
Marcos Penido abriu a apresentação afirmando ter sempre em mente que a Prefeitura “é gestora de dinheiro alheio”, que precisa ser empregado em benefício do maior número de munícipes. Por isso mesmo, acrescentou, o programa ‘Asfalto Novo’ de recapeamento, desenhado inicialmente para a Marginal do Tietê, foi revisto para beneficiar avenidas e ruas de muitos bairros, pois ficou claro que a pavimentação adequada gera economia e desenvolvimento, numa cidade cuja área urbana é maior do que a soma da área urbanizada da muitos Estados.
“O esforço agora empreendido é trazer São Paulo para o século XXI”, disse, e com o custo da folha de pagamento, principalmente da Previdência e do subsídio ao transporte, não tem sentido manter um Centro de Exposições como o Imigrantes, o qual não tem como concorrer com o Anhembi, maior e junto ao Metrô, nem um estádio e muito menos um autódromo, empreendimentos que estarão melhor a cargo da iniciativa privada.
Com as privatizações previstas, disse o orador, a Prefeitura pode se voltar para a modernização dos corredores de ônibus, para novas obras que trarão mais emprego, inclusive, desde que seja feita a Reforma da Previdência. “Sem ela, em 2021 a Prefeitura não terá mais como investir, gastará todo seu orçamento com esse tipo de obrigação”, garantiu.
Marcos Penido disse que entre as novas obras inclui o Arco Viário Jurubatuba, a extensão da Marginal do Pinheiros para levar o desenvolvimento à Zona Sul, onde já se verifica uma explosão demográfica. Ressaltou que “de forma alguma podemos criar outra Cidade Tiradentes”, com muitos problemas. Em decorrência, não se pretende criar área reservada exclusivamente a habitações sociais, mas atrair o mercado imobiliário para que, nessa região haja também comércio, escritórios, farta oferta de emprego numa cidade cuja vocação se volta para os serviços, de forma a evitar que um imenso contingente de pessoas tenha que se deslocar 10 e até 20 quilômetros para chegar onde se concentram os empregos.
Para isso, porém, a Lei de Zoneamento precisa ser readequada e em vez de bairros estanques para determinadas classes sociais, devem conviver a classe A com a B, a C e a D, para que se tenha apenas bairros-dormitório, mas oferta de trabalho.
Depois de sua palestra, o secretário respondeu a perguntas. Disse que a Prefeitura está atenta à questão das invasões de prédios, mas que são propriedade privada, na maioria, e não se pode desocupá-los, colocando 4.000 pessoas na rua. Por isso a opção do IPTU progressivo, para que seus proprietários optem por alguma ocupação social.
Reiterou, entretanto, que os problemas são muitos, a Cracolândia, por exemplo, que tem sido combatida com a limpeza quatro vezes por dia, obrigando seus frequentadores a deixarem o local quando vai ser limpo, o que deve impedir que seja usada como moradia permanente. Outro exemplo é a limpeza dos córregos, que por incrível que pareça está suspensa há bastante tempo, não há contrato e só passará a ser feita com novo contrato, objeto de uma licitação que acaba de ser aberta.
Data de inclusão: 22/05/2018
Fone: (11) 55338781
Contato: José Luchetti
Empresa: DOC Press
Entrar em contato: Entrar em contato
Grupo editorial: [Construção-Arquit.-Decoração-Design]
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