Escrever Bem

   
Pautas INCorporativa
FB   SetaRANKING SetaSala de imprensa SetaBusque Assessorias
 
 
Release
Bookmark and Share      

05/10/2018 - 14:39 - Redação Virtual
As eleições no Brasil em 2018
As eleições no Brasil em 2018 - REDAÇÃO VIRTUAL


Em quem votar? Não sabemos como o candidato que for eleito vai se comportar, pois já tivemos muitas desilusões.  ...

Siga as #pautas no Facebook e Twitter         www.pautas.incorporativa.com.br
A escolha do presidente e governadores é um momento muito importante na história do país, mas também preocupante, pois com a cobiça pelo poder, as campanhas mais parecem com o circo dos horrores, tal o destempero nas falas e nas atitudes, com tantas mentiras e difamações que ficamos indagando que tipo de pátria eles querem impor. Que Brasil queremos para nossos filhos e netos?

Em quem votar? Não sabemos como o candidato que for eleito vai se comportar, pois já tivemos muitas desilusões. Dizer que o Capitão Bolsonaro encarna o anti-PT explica parte da adesão ao nome dele, pois desde a proclamação da República, em 1889, os patriotas estão à procura de alguém em que possam votar. Pensaram que fosse Collor e se enganaram. Pensaram que fosse Lula e se decepcionaram.

A ilusão tem sido geral e o mais prejudicado foi o Brasil em suas décadas perdidas de progressão do atraso, quando todos nós trabalhamos para fora para suprir a irresponsabilidade do governo. Houve descontrole nas contas internas e externas, e manipulação cambial para conter a inflação com importados baratos, o que atingiu fundo a indústria cortando empregos, sufocando o dinamismo na economia e nas novas gerações que foram motivadas para uma vida ilusória. A solução virá com trabalho, produção e desburocratização.

A partir de 1889 a memória do regime escravocrata fez do Brasil, no século 20, um dos países de mão de obra mais barata do mundo. Apesar dos baixos salários e falta de empregos, os brasileiros trabalhavam com dedicação, visando alcançar melhoras e educar os filhos. Getúlio se consternou com isso impondo a CLT. Mas a má gestão e despotismo dos governantes perduraram, gerando insatisfação e abrindo espaço para a esquerda com seu viés populista. O resgate da dívida externa gerou as décadas perdidas e foi o marco no atraso. Perdemos espaço na indústria.

O lulismo é fruto do que veio antes: a reduzida consideração pela classe trabalhadora. Caminhamos em sentido oposto ao da China que educava as novas gerações nas principais universidades da Terra, enquanto o Brasil exportava seus estudantes por falta de oportunidades no país que usava o câmbio valorizado para baratear os importados, até que a conta chegou com aumento da dívida, estagnação, falta de empregos, e no desânimo dos jovens pela contaminação esquerdizante.

Diante da crise e da concorrência com os importados, muitos empresários enfrentam dificuldades e os encargos sociais estão pesando, mas não podemos cair na CLT asiática - o oposto da brasileira. É preciso encontrar o caminho do bom senso e resolver a questão distributiva da produção da riqueza. Os ânimos estão exacerbados. A qualidade de contenção falta à maioria dos candidatos e seus apoiadores. Pior ainda é essa moda de dizer um palavrão no meio de cada frase; um desrespeito.

No passado, com o fechamento do ciclo ligado à terra, veio a revolução industrial, o capitalismo, o sistema monetário, o capitalismo de livre mercado, o socialismo e por fim o capitalismo de Estado para concluir o desarranjo. A cultura não evoluiu o quanto se poderia esperar da sociedade humana. No geral, os governantes incompetentes para o cargo criaram passivos financeiros e sociais para décadas. Quanto ao mundo, o mais significativo é a decadência moral; estamos vivendo a tendência para precarização geral. Precisamos de produção, emprego e renda. Em seus discursos, o presidente norte-americano Trump sempre colocou esses itens em destaque, motivando os eleitores para o trabalho, embora os abusos da globalização já tenham causado grande estrago.

Em seu discurso na ONU, o presidente Temer disse que recebemos mais de um milhão de venezuelanos. Fugiram de seu país pela falta de comida e liberdade. Não queremos isso no Brasil. Precisamos de patriotas que respeitem e preservem o solo pátrio e seus cidadãos, querendo que o país seja nosso lar no presente e, no futuro, para as gerações que virão, para que possamos sobreviver de forma condigna, com liberdade e oportunidade de evoluir espiritualmente. Foi para isso que em 1822 lutaram os líderes da Independência. Devemos sempre ser lutadores, seguindo a lei do movimento, para atingirmos nossas metas e nossos ideais, buscando sempre novas soluções, desde que não provoquemos sofrimentos ao próximo, fugindo da inconstância, da hesitação e da indolência.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012...e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin - Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

Data de inclusão: 05/10/2018
Fone: (11) 50966780
Contato: Silvia
Empresa: Redação Virtual
Entrar em contato: Entrar em contato
Grupo editorial: [Comportamento][Economia e Finanças][Opinião]
Este Release foi visto 219 vezes

Assessoria de Imprensa
LOGIN -  Inserir Release
Cadastrar Assessoria
Receber Clipping

 

saibamais

 

Clipping para Editores
Cadastrar Midia
Alterar cadastro de Midia
egoi
 
Alguns veículos cadastrados no clipping:
midias
 
 
 
 
 
 
  editora  

INCorporativa Comunicação

Publique seu livro - Saiba mais
   
       
       
       
 
       
 
Institucional
Quem Somos
Política Privacidade
Como funciona
 
Nas Redes Sociais  
Facebook Twitter
Linkedin ME Adiciona
 
Todo o conteúdo divulgado decorre de informações advindas das fontes mencionadas, sendo, portanto, de responsabilidade exclusiva da fonte ou do autor, não cabendo à INC Comunicação, à Revista ou Pautas INCorporativa responsabilidade por citações, teor, exatidão ou veracidade do conteúdo, produto ou serviço divulgado. Indicação de publicações são apenas para divulgação, não sendo avaliados por este veículo de comunicação.