Escrever Bem

   
Pautas INCorporativa
  SetaSALA DE IMPRENSA FB
 
 
Release
Bookmark and Share      

11/11/2020 - 16:35 - Redação Virtual
O Brasil atrasou muito
O Brasil atrasou muito - REDAÇÃO VIRTUAL

O fundamental na economia é a circulação e recirculação, isto é, trabalho, produção, renda e consumo. ...

Siga as #pautas no Facebook e Twitter         www.pautas.incorporativa.com.br
O regime de trabalho escravocrata deixou marcas profundas, o que favoreceu o atraso do Brasil. Desde a época do império, alguns mandões interesseiros se infiltraram no poder e prejudicaram o patriota Barão de Mauá que queria o bem e o progresso do país. No século 20, o impulso dado por Getúlio Vargas perdeu força. O dólar se tornou a grande mercadoria escassa que todos necessitam. Em 1964, veio o governo militar que passou a fazer investimentos importantes, tomando empréstimos externos, mas cometeu alguns enganos que travaram a pesquisa e o desenvolvimento, favorecendo a ampliação do mercado consumidor dependente de mercadorias importadas.

Nos anos 1980, os juros subiram. Em 1985, o poder foi devolvido aos civis com dívida externa alta que crescia com juros de mais de 20%. De lá para cá a situação permaneceu inalterada com baixa produção e empregos, exceto no setor agropecuário. Nos anos 1980 e 1990 a inflação foi galopante; o governo tinha de emitir para comprar os dólares dos exportadores para resgate da dívida externa e outros compromissos. Com o plano real, o dólar ficou com preço fixo por muitos anos à custa de juros altos.

A classe política pouco fez para fortalecer o país. Não planejaram fazer do Brasil e suas cidades espaços apropriados para a morada de seres humanos que trabalham e constroem. De Sarney a Dilma o atraso foi aumentando. A situação ficou camuflada com juros e câmbio valorizado, mas afetou a indústria. É muito difícil competir com o capitalismo de estado que adota outras leis; perdemos postos de trabalho.

O fundamental na economia é a circulação e recirculação, isto é, trabalho, produção, renda e consumo. Em 2020, a situação se agravou com o impacto da Covid-19 e os entraves criados pelos aproveitadores do Brasil, retardando a recuperação. Há muitas incertezas para 2021. Com a dívida próxima a 100% do PIB o país está travado, fruto da inépcia da governança de direita e de esquerda.

O mundo caiu no labirinto da mão de obra barata da Ásia e não sabe mais como sair. Os governantes e a população tateiam sem saber como alcançar uma nova fase com seriedade e progresso real. Nesta época de ociosidade e encalhe de manufaturados no mercado internacional, devido à queda na renda, o Brasil, onde falta tudo, tem de encontrar a fórmula para produzir mais e gerar empregos, sem ampliar a dívida.

Tem muitos olhos cobiçosos querendo desfrutar do bolão Brasil que tem petróleo, minérios, nióbio, mercado promissor, florestas, água e muitas riquezas. A população quer que isso tudo se reverta numa verdadeira pátria de seres humanos almejando o progresso real. Com a globalização financeira e da produção diminuíram os empregos e aumentou a dependência por dólares. Enquanto alguns levam vantagens, muitos vão caindo na miséria que se agrava no planeta. Atualmente há no Brasil 14 milhões de desempregados, sem trabalho remunerado. No resto do mundo o desemprego também é grande.

Temos de reparar os erros, criando aqui uma região de paz e progresso, inspiradora para aqueles que procuram um local onde possam construir um lar. O escritor peruano Vargas Llosa, em recente artigo, disse que o problema do atraso da América Latina é basicamente a corrupção que está tão profundamente arraigada em seus governos. Ministros e funcionários roubam tanto, e o roubo é uma prática muito difundida em quase todos os Estados.

Como consequência de séculos de irresponsabilidades o viver ficou mais difícil. Há uma ansiedade generalizada. Há alguma coisa diferente no ar, os acontecimentos se aceleram como numa grande estufa. Impulsionadas pela energia do Criador, as leis da Criação promovem a grande colheita, o imediato desfecho de todos os acontecimentos na Terra e de todos os destinos dos seres humanos e dos povos. É também a grande oportunidade de reconhecimento do dom da vida.

As novas gerações devem receber estímulos para um voo ao mundo dos sonhos e dos projetos enobrecedores, para que se possa sair do atraso visando a formação de seres humanos benéficos, que pensem com clareza e naturalidade, pondo em ação as capacitações que dão a habilidade de observar e analisar os acontecimentos com lucidez para se conectar com o significado maior da vida, evoluir, ser feliz!

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012...e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin - Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

Data de inclusão: 11/11/2020
Fone: (11) 50966780
Contato: Silvia
Empresa: Redação Virtual
Entrar em contato: Entrar em contato
Grupo editorial:
Este Release foi visto 595 vezes

 

Assessoria de Imprensa
LOGIN -  Inserir Release
Cadastrar Assessoria
Receber Clipping

 

saibamais

 

Clipping para Editores
Cadastrar Midia
Alterar cadastro de Midia
 
 
 
 
 
 
 
 
   
   
       
       
       
 
       
 
Institucional Quem Somos
Como funciona
 
Nas Redes Sociais  
Facebook
Linkedin
Twitter
 
Todo o conteúdo divulgado decorre de informações advindas das fontes mencionadas, sendo, portanto, de responsabilidade exclusiva da fonte ou do autor, não cabendo à INC Comunicação, à Revista ou Pautas INCorporativa responsabilidade por citações, teor, exatidão ou veracidade do conteúdo, produto ou serviço divulgado. Indicação de publicações são apenas para divulgação, não sendo avaliados por este veículo de comunicação.